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Investimento imobiliário mais do que duplica em 2010
17 de Fevereiro de 2011 |
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"Contratos de arrendamento longos, seguros e com bons inquilinos” foram um dos factores determinantes, explica a consultora Jones Lang LaSalle.
O mercado de investimento imobiliário em Portugal totalizou os 765 milhões de euros em 2010, de acordo com a Jones Lang LaSalle Portugal, superando as previsões iniciais de 600 milhões de euros e duplicando os volumes movimentados em 2009.
Fonte:
economico.sapo.pt
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Um milhão de prédios precisa de reabilitação.
13 de Outubro de 2010 |
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Cerca de 38% do parque residencial português estão a precisar de obras, afirma a AECOPS - Asso-ciação de Empresas de Construção e Obras Públicas e Serviços. Esta percentagem equivale a mais de um milhão de edifícios de habitação. Mas, segundo a associação, "também os edifícios e as infra-estruturas públicas apresentam em muitos casos elevados níveis de degradação."
Fonte:
dn.sapo.pt
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Lisboa é a melhor cidade para city breaks.
30 de Agosto de 2010 |
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Num inquérito realizado pela Centre for Economics and
Business Research para a Kelkoo,
Lisboa considerada o melhor destino
para “escapadinhas”.
A capital portuguesa foi valorizada pelas
2300 pessoas inquiridas pelo bom clima,
segurança e por ser um destino económico. Lisboa recebeu
66.17 pontos em 100 possíveis e deixou para a segunda e
terceira posições Atenas e
Istambul, respectivamente.
Fonte:
lowcostportugal.net
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Portugal tem lugar nos rankings do Turismo Residencial de Luxo?
30 de Agosto de 2010 |
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Diria que sim! Portugal tem condições excepcionais no turismo residencial de luxo. O seu posicionamento bem no sul da Europa, aliado às condições que tem a nível de clima, segurança e de serviços, conferem-nos um “apetite” especial no mercado alvo deste segmento.
Ler mais.
Fonte:
casa.sapo.pt
(Sr. Frederico Mendoça, Abacus Savillis)
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Europa reconhece que aposta na reabilitação urbana é fundamental para a economia e o emprego.
02 de Agosto de 2010 |
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Há muito que, enquanto presidente da Associação dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas – AICCOPN, defendo que Portugal precisa de apostar firmemente na reabilitação urbana e avançar com as medidas necessárias para que essa seja uma prioridade nacional. E se o estado de degradação em que se encontram os centros urbanos de boa parte das nossas cidades e vilas é mais do que suficiente para fazer da reabilitação uma tarefa urgente, ela ganha ainda mais premência no actual contexto económico e financeiro.
Ler mais.
Fonte:
casa.sapo.pt
(Sr. Reis Campos, AICCOPN)
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TOTE SER arquitectos na Feira Internacional de Construção e Habitação de Cabo Verde (FICH). |
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A TOTE SER arquitectos participou
na 1ª Feira Internacional de Construção e Habitação de
Cabo Verde, na ilha de Santiago - cidade da Praia,
inserida nas actividades desenvolvidas pelo Governo de
Cabo Verde, que declarou 2009 – Ano Nacional da
Habitação.
A feira que decorreu nos passados dias 23, 24 e 25 de
Outubro, teve como objectivo a interacção de empresas do
sector e a possível cooperação com o poder governamental
na construção de um grande número de habitações sociais.
O Grupo TOTE SER arquitectos foi representado pelo Sr.
Arqto. Helder Pereira Coelho, Director Geral da TOTE SER
arquitectos, Drª Maria João de Novais representante e
Assessora Jurídica em Cabo Verde do Grupo TOTE SER
arquitectos e o Drº Paulo Ribeiro Parreira, responsável
pelo processo de internacionalização do Grupo.
O stand da TOTE SER arquitectos foi visitado por
inúmeras personalidades de Cabo Verde, tais como o Sr.
Primeiro Ministro Dr. José Maria Pereira Neves, o
Presidente da Câmara Sr. José Ulisses Correia e Silva, a
Ministra da Descentralização, Habitação e Ordenamento do
Território Dra. Sara Maria Duarte Lopes, a Dra. Cristina
Duarte Ministra das Finanças e Vereador Victor Coutinho
responsável pelo Ordenamento da Cidade. |
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Lisboa: Prédios em ruínas podem triplicar IMI e devolutos pagarão o dobro.
10 de Novembro de 2009, 17:14 |
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Lisboa, 10 Nov (Lusa) - Os prédios
em ruínas em Lisboa poderão pagar o triplo de Imposto
Municipal sobre Imóveis (IMI) em 2010 e os devolutos há
mais de um ano o dobro daquela taxa, segundo a proposta
em discussão quarta-feira pelo executivo municipal.
Na primeira reunião pública do novo executivo liderado
por António Costa, a vereadora com o pelouro das
Finanças, Maria João Mendes, propõe igualmente que sejam
desencadeados junto da Administração Central as
diligências necessárias para a publicação do diploma que
permitirá às autarquias a cobrança directa de impostos,
tal como previsto na lei das Finanças Locais.
A vereadora das Finanças propõe igualmente um valor de
0,7 por cento de IMI para os prédios urbanos não
avaliados e 0,35 por cento para os avaliados ao abrigo
do Código do Imposto Municipal sobre Imóveis.
Fonte:
LUSA
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Lisboa distinguida nos "World Travel Awards".
tvnet.sapo.pt
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Lisboa é a grande vencedora dos
World Travel Awards (WTA), os mais prestigiados prémios
de Turismo do mundo, ao arrecadar os galardões que
distinguem o Melhor Destino Europeu, o Melhor Destino
para City Breaks e o Melhor Destino de Cruzeiros.
Segundo o comunicado enviado à TVNET, os prémios foram
anunciados durante uma cerimónia realizada em Óbidos, e
foram entregues ao presidente do Convention Bureau do
Turismo de Lisboa, António Pereira, pelo vice-presidente
dos WTA, Kevin Taylor, na 16.ª edição dos WTA.
"Criados em 1993, estes "Óscares" do Turismo distinguem
a excelência da indústria de viagens e Turismo à escala
global, promovendo os melhores destinos e serviços".
Fonte:
tvnet.sapo.pt
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Prestação média da casa
caiu 101 euros desde o início de 2009.
28-09-09 - www.jornaldenegocios.pt
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A taxa de juro implícita no conjunto
dos contratos de crédito à habitação voltou a cair em
Agosto, fixando-se o valor médio nos 2,547%, o que
representa um novo mínimo histórico, revelou hoje o
Instituto Nacional de Estatística. A descida das taxas
ligadas ao crédito à habitação ditaram uma redução de
101 euros no valor médio da prestação desde o início do
ano, diz o INE.
“Em Agosto de 2009, a taxa de juro implícita no conjunto
dos contratos de crédito à habitação situou-se em
2,547%, menos 0,223 pontos percentuais que no mês
anterior e menos3,430 pp desde o início do ano”, revela
hoje o INE em comunicado.
A diminuição dos custos suportados com os juros
observou-se em todas as categorias de financiamento para
a casa, ou seja, nos contratos relativos à aquisição de
terreno para construção de habitação, nos contratos para
construção de habitação e ainda na aquisição de
habitação. Nestes três domínios, as taxas de juro
implícitas caíram, respectivamente, para 2,342%, 2,518%
e 2,553%.
A tendência de queda observou-se não só nos contratos de
crédito mais antigos, como também nos celebrados nos
últimos três meses, sustenta o INE. E abrangeu não só os
contratos celebrados no regime geral, cuja taxa de juro
implícita foi de 2,439% em Agosto, menos 0,239 pp que no
mês anterior) e para 3,065% no Regime Bonificado Total
(o que representa uma diminuição de 0,141 pp face a
Julho).
Capital em dívida na habitação aumenta.
O valor médio do capital em dívida no total dos
contratos de crédito à habitação em vigor ascendeu em
Agosto a 55.611 euros, mais 88 euros que em Julho,
revela o INE.
“O valor médio do capital em dívida dos contratos
associados à ‘aquisição de habitação’foi de 59.607
euros, mais 92 euros que em Junho, enquanto nos
contratos para ‘construção dehabitação’ foi de 42.209
euros, traduzindo um acréscimo de 40 euros. Aos
contratos relativos aAquisição de terreno para
construção de habitação, aqueles em que o valor médio do
capital em dívida é o mais elevado, correspondeu o valor
de 94.166 euros”, afirma o INE.
Fonte:
www.jornaldenegocios.pt
Data: 28-09-09 |
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Chiado é 39ª zona de comércio mais cara do mundo.
22-09-09 - www.agenciafinanceira.iol.pt
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5ª Avenida, em Nova Iorque, é a
localização de retalho mais cara em termos globaisA zona
do Chiado, em Lisboa, é 39ª localização mais cara do
mundo.
Ao todo, regista um valor mensal de rendas de 960 euros
mensais anuais por metro quadrado, diz um estudo
divulgado esta terça-feira pela consultora imobiliária
Cushman & Wakefield.
Apesar de alto, e acima do valor da Avenida da Liberdade,
de 870 euros anuais por metro quadrado, o Chiado fica
muito abaixo dos 13 mil euros por metro quadrado
cobrados anualmente na 5ª Avenida, em Nova Iorque, que é
a localização de retalho mais cara em termos globais.
De acordo com o estudo «Main Streets Across the World
2009», citado pela Lusa, Lisboa subiu uma posição
relativamente ao ano passado e ocupa agora a 39º posição
de comércio mais cara do mundo.
Estudo Cushman & Wakefield
Fonte: Agencia Financeira (www.agenciafinanceira.iol.pt)
Separador: Economia
Data:
2009/09/22 |
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Dados da imobiliária Jones Lang LaSalle Mercado imobiliário mundial melhora no 2º trimestre.
Análise revela uma maior transacção de imóveis no
continente asiático
16-09-09 - www.agenciafinanceira.iol.pt
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Face a um cenário de melhoria na
economia global, o imobiliário terciário está a revelar
sinais de recuperação. «Os yields começaram a comprimir,
os investidores começam a investir, principalmente na
Ásia, e os ocupantes começam a reagir aos custos», lê-se
na última edição das «Perspectivas Globais de Mercado»
da empresa de imobiliário Jones Lang LaSalle.
Segundo a análise, os mercados financeiros de
imobiliário começam a evidenciar custos menores no
empréstimo de capital. Exemplo disto é a venda de acções
de 5,45 por cento pelo Simon Property Group nos EUA e os
três financiamentos de 280 milhões de euros da ProLogis
na Europa.
O estudo indica ainda que os proprietários com
empréstimos imobiliários com potencial para recuperar
capital a curto prazo estão a tentar alargar o prazo dos
seus financiamentos ou alterar as suas condições, o que,
segundo a empresa, acaba por resultar em condições mais
favoráveis do que as que estão disponíveis nos mercados
de capitais.
As empresas imobiliárias estão a posicionar-se para
aquisições potenciais e redução de dívida. «Os REIT¿s (fundos
de investimento imobiliários) globais ganharam capitais
no total de 33 mil milhões de dólares (22,5 mil milhões
de euros) e emitiram 5 mil milhões de dólares (3,4 mil
milhões de euros) em dívida durante o mês de Agosto».
Além disso, mais de uma dúzia de empresas
norte-americanas de investimento apressaram-se a alocar
capital através de Oferta Pública Inicial ao longo das
semanas mais recentes, o qual se supõe que poderá ser
utilizado para originar ou adquirir empréstimos na banca
comercial e, desta forma, aumentar a necessária liquidez
nos mercados de financiamento. Já na Ásia, mais de 40
promotores chineses e indianos estão a planear Ofertas
Públicas Iniciais nos próximos meses.
Os bancos que hipotecaram imóveis estão a emergir como
uma fonte simultânea de activos de investimento para
venda e de financiamento a preços atractivos. O estudo
refere o exemplo do Deutsche Bank, quando este
disponibilizou financiamento para a venda do Worldwide
Plaza em Nova Iorque.
Verifica-se também um interesse por parte de inúmeros
compradores de todo o mundo em centros comerciais, com
preços de mercado significativamente mais baixos.
O valor relativo do investimento em detrimento da
melhoria dos indicadores do mercado, impulsionaram a
transacção de imóveis. Esta tendência foi mais notória
na Ásia, onde grande parte dos países revelou volumes de
transacção mais elevados no segundo trimestre do que no
trimestre anterior. Na Europa, a actividade
transaccional subiu marginalmente no segundo trimestre,
em claro contraste face às quedas que ocorreram nos sete
trimestres anteriores. «Uma reviravolta nos volumes e na
compressão das yields deverá ainda ocorrer no continente
americano», diz a análise.
As rendas continuam a cair em todo o lado. No entanto, à
excepção dos EUA, a descida evidenciou sinais de
abrandamento em muitos mercados, com muitos a
posicionarem-se mesmo para uma estabilização. |
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Imobiliário dá primeiros sinais de melhoria.
04-09-09 - SOL - Separador Economia e
Negócios
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Aumento de
transacções de imóveis e abrandamento do ritmo de queda
dos preços das casas mostram estabilização.
Terá chegado ao fim o esvaziar da bolha no imobiliário?
Segundo vários analistas, começam a surgir sinais de
estabilização do preço das casas, após correcções em
baixa superiores a 30% nos EUA (desde 2007), 13% no
Reino Unido e 8% em Espanha (desde 2008) – ver
infografia.
Fala-se em redução do pessimismo, mas não se espera que
os preços regressem aos níveis atingidos antes da crise.
Portugal, que não teve bolha, também evidencia alguma
evolução positiva neste mercado, com condições que
favoreceram o arrendamento em detrimento da habitação
própria. Nos EUA, as vendas de casas novas subiram pelo
quarto mês consecutivo e as casas usadas estão em
máximos de dois anos e meio. O índice S&P Case-Shiller,
relativo ao preço de casas, subiu em Junho pela primeira
vez em 38 meses.
No Reino Unido, o volume de transacções de casas
melhorou e o preço dos imóveis completou quatro meses de
subida. Na Alemanha, onde não houve bolha imobiliária,
os preços também regressaram aos ganhos nos últimos dois
meses, uma tendência que Espanha não seguiu.
No segundo trimestre, a economia espanhola viu o preço
do imobiliário cair pelo quinto trimestre consecutivo
depois de entre, 2003 e 2007, ter duplicado.
Interpretação dos Sinais
Robert Shiller, professor e criador do índice de preços
das casas nos anos 80, diz que «a
sensação de que alguma coisa está a mudar sente-se no ar».
Ao SOL, o analista de imobiliário do Deutshe Bank, Tobin
Just, disse que os EUA foram o primeiro mercado a
corrigir. O Reino Unido pode assistir em breve a alguma
especialização, mas em Espanha são ainda necessárias
novas desvalorizações.
Para o especialista, «novos recuos»
não podem ser postos de parte, já que o
desemprego está a crescer, pressionando os preços a
manter-se baixos. O sub prime (crédito hipotecário de
alto risco) desencadeou em 2007, o desmoronar do mercado
imobiliário norte-americano e criou complicações à banca,
alastrando-se depois à economia real. Por isso, diz
Tobin Just, «a estabilização no
imobiliário é uma pré-condição importante para a
estabilização da economia mundial».
Em Portugal, a situação é distinta. Sem ter enfrentado
uma bolha especulativa, o mercado ressentiu-se nesta
recessão por redução das transacções e não tanto pelo
preço. Como disse ao SOL Ricardo Guimarães, director da
Confidencial Imobiliária (empresa de estatísticas neste
sector), nos últimos anos o preço das casas tem
acompanhado a taxa de inflação (subidas de 2%).
Desde o terceiro trimestre de 2007 que houve uma
«forte descida no número de vendas»
mas, no primeiro trimestre de 2009, esse indicador quase
estabilizou. O índice de preços das casas calculado pela
empresa mostra uma subida de 4% desde final de 2007,
apesar das quedas entre Outubro de 2008 e Abril de 2009.
Houve «dificuldades dos
compradores em se financiarem na banca» e não
falta de compradores, nota o mesmo responsável. Agora há
uma «redução
do pessimismo» e sinais de que as
«dificuldades estão a passar».
Para o presidente da APEMIP – Associação dos
Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária, Luís
Lima, «Portugal está a passar um
momento menos bom sem sofrer os efeitos de uma bolha
rebentada, pois os preços dos imóveis há muito que se
fixaram em valores realistas e sem margens de lucro
exageradas». |
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Arrendamento sofre, mas Portugal é excepção.
04-09-09 - SOL - Separador Economia e
Negócios
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Com o preço das
casas em baixa nalgumas das maiores economias mundiais,
o arrendamento também não escapou à crise, sobretudo no
segmento de escritórios.
Em Portugal, contudo, as restrições na concessão de
crédito acabaram por favorecer o mercado das rendas no
segmento residencial.
Tobin Just, analista do Deutshe Bank, disse ao SOL que
as rendas de escritórios em cidades como Londres e
Madrid caíram entre 20% a 30%, quedas inferiores às dos
preços dos próprios escritórios.
Em Portugal, o índice de rendas da Confidencial
Imobiliária tem acumulado subidas desde o segundo
semestre de 2007, depois de quatro anos de estagnação.
Só entre o terceiro trimestre de 2008 e o primeiro de
2009, o mercado das rendas subiu 4,1% (valores nominais).
Só em Lisboa, por exemplo, o volume de transacções no
mercado de arrendamento cresceu 37% entre o primeiro
trimestre de 2008 e o primeiro de 2009. A rentabilidade
dos proprietários (tem em conta o preço e a renda obtida)
tem rondado os 6%.
A melhoria no arrendamento foi fortemente influenciada
pela crise financeira, segundo Ricardo Guimarães,
director da Confidencial Imobiliária, assistindo-se ao
desvio da procura da habitação própria para o
arrendamento devido às dificuldades na obtenção de
crédito.
«Acredito que os bancos demorem
algum tempo a voltar a emprestar», refere o mesmo
responsável, mas essas restrições têm «virtudes» já que
são uma «oportunidade para o
mercado das rendas».
Os operadores do mercado do imobiliário queixam-se da
lentidão da Justiça em Portugal e do quadro legal do
arrendamento, mas «neste momento
há condições para lançar um mercado de arrendamento
sustentável», diz Ricardo Guimarães. Seria
positivo conseguir chegar-se a um
«equilíbrio mais saudável» em que as pessoas não
são obrigadas a ir para a compra de casa quando até têm
perfil para o arrendamento.
A forma como a banca interpretar a evolução da
conjuntura «vai determinar muito a
evolução do mercado imobiliário». |
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Encomendas na Construção e Obras Públicas sobem 12,3% no 2ºT09
26-08-09 - www.vidaimobiliária.com
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As encomendas na construção e obras
públicas registaram uma variação homóloga de -3,4%, no
2º trimestre deste ano, que mesmo assim foi superior em
14,2 pontos percentuais relativamente ao trimestre
anterior, revelam os números de Instituto Nacional de
Estatística (INE).
Face ao trimestre precedente, as
encomendas aumentaram 12,3% e a variação média dos
últimos quatro trimestres foi de -22,1%.
Esta evolução
do valor das encomendas resultou do comportamento menos
negativo, em 39,6 p.p., do segmento de Obras de
Engenharia, a que correspondeu uma taxa de variação
homóloga de -27,6%.
O segmento de Construção de
Edifícios registou uma variação homóloga de -37,2%
(-36,6% no 1º Trimestre de 2009). No 2º Trimestre de
2009 e comparativamente ao trimestre precedente, o
índice de novas encomendas na construção aumentou 12,3%,
enquanto no 2º Trimestre de 2008 se tinha registado uma
diminuição de 12,0%.
Fonte:
www.vidaimobiliária.com
26-08-09
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Investidores devem comprar acções e activos de imobiliário.
06-05-2009 13:17 por Canal de Negócios
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Os investidores devem enfrentar o
risco de “caos económico” e comprar acções e activos de
imobiliário, defende o professor da Universidade Yale,
Robert Shiller. O responsável revela-se menos pessimista
do que há meses atrás relativamente às acções americanas,
e defende a diversificação do portfólio dos investidores.
“Estou menos pessimista do que estava há pouco meses
atrás”, referiu Shiller relativamente às acções
americanas, numa entrevista citada pela agência
Bloomberg. “O ‘price-earnings ratio’ [relação entre a
cotação e os lucros] está em torno da média, e com isso
poder-se-á dizer que parece que é de se estar no mercado
e ter uma carteira equilibrada com uma boa proporção de
acções”, acrescentou Shiller que é também colunista do
Negócios.
O índice Standard & Poor’s 500 negoceia a 13,9 vezes os
lucros anuais das suas companhias, acima dos 10,1 vezes
transaccionados em Março, que foi o valor mais baixo em
24 anos. Esta evolução deu-se depois da subida de cerca
de 33% registada pelo índice desde 9 de Março.
De acordo com os dados compilados pela agência
Bloomberg, o seu PER médio para esta década é 19,4 vezes.
“Ter uma boa proporção do seu portfólio em acções, não
zero, é provavelmente sensato agora”, frisou Shiller.
“As pessoas devem estar no imobiliário também porque há
uma possibilidade de recuperação. Tem a ver com
diversificação, com alargar riscos”, frisou o autor do
livro “Irrational Exuberance”, publicado em 2000, e que
previu o colapso do mercado.
A mesma fonte sublinha que o avanço do principal índice
norte-americano nos últimos dois meses pode falhar
devido ao crescimento do desemprego. Contudo, Shiller
defendeu que “podemos ter um enorme ‘rally’ como entre
1933 a 1937. Isso aconteceu no meio de uma depressão,
assim pode acontecer agora”.
O S&P500 disparou 41% em 1935 e 28% no ano seguinte,
antes de recuar 39% em 1937.
Shiller avançou hoje que um aumento nos contratos de
promessa de compra e venda de casas, em Março, e a queda
das propriedades existentes no mercado, em Fevereiro,
são sinais “positivos” para os preços do imobiliário nos
Estados Unidos.
Mas, “a taxa de desemprego vai provavelmente aumentar
substancialmente mais, vamos ter mais caos económico, a
confiança vai voltar a um nível mais baixo novamente”.
Jornal de Negócios Online
06 Maio 2009 13:17
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Lisboa encanta duas
revistas francesas.
DESTAK - 30-04-09
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Cosmopolita, vibrante e charmosa,
assim é Lisboa aos olhos de duas prestigiadas revistas
francesas, a Marie Claire e a IDEAT.
À descoberta de Lisboa e tendo por cicerone Catarina
Portas, a jornalista da Marie Claire visita lojas,
restaurantes e bares do chiado. Prosseguindo pelo
labirinto de becos e vielas de Alfama até à Bica, do
Bairro Alto à Graça, pelas casas de fado, a jornalista
partilha com os leitores curiosidades sobre a cidade,
como, por exemplo, a passagem do actor John Malkovich
por estes bairros históricos.
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Lisboa tem mais
qualidade de vida do que Nova Iorque.
METRO - 28-04-09
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A capital do país está em 44º lugar,
numa investigação que abrange 215 cidades mundiais.
Lisboa ocupa o 44º lugar do ranking da qualidade de vida,
segundo um estudo anual “Worldwide Quality of Living
Survey” da Mercer, realizado em 215 cidades por todo o
mundo.
Com uma pontuação de 100.3 à frente de cidades como
Madrid (100.2), Nova Iorque (100.0) ou Roma (98.9).
Lisboa foi avaliada segundo factores políticos, sociais,
económicos e ambientais, segurança pessoal e saúde,
educação, transportes e outros serviços públicos.
Lisboa surge no ranking com a mesma pontuação de
Washington, Chicago ou Osaka, mantendo também o lugar
que ocupava em 2008.
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Governo obriga
senhorios a vender casas degradadas.
DIÁRIO ECONÓMICO - 02-04-09
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"A proposta
preliminar do regime jurídico da reabilitação urbana vai
hoje a conselho de ministros e prevê regras mais
apertadas.
Os proprietários poderão ser obrigados a vender a casa
em hasta pública, caso não cumpram as ordens de
reabilitação coercivas ditadas pelas autarquias. Esta é
uma das novidades que constam da proposta de lei
preliminar do regime jurídico da reabilitação urbana”.
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Investimento no retalho
destacou-se.
CASA SAPO NOTÍCIAS - 19-03.2009
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"Apesar da
queda no volume total de investimento em retalho em
2008, (…) registaram-se ainda grandes transacções
envolvendo imóveis de retalho, demonstrando que os bons
activos imobiliários têm sempre comprador e conseguem
financiamento", revelou a CB Richard Ellis em comunicado
de imprensa.
"É notório que sempre que activos prime de
retalho vêm para o mercado, os investidores arranjam
maneira de concretizar o negócio, dado que dificilmente
teriam oportunidade de adquirir este tipo de imóveis em
condições de mercado mais robustas. Há mesmo razões para
acreditar que os activos de retalho de qualidade vão ter
um melhor desempenho que outro tipos de imóveis no
contexto da actual recessão, uma vez que os imóveis de
comércio (particularmente os prime) têm registado taxas
de disponibilidade mais baixas do que outros sectores
imobiliários em climas económicos mais recessivos,
tornando-os activos mais seguros", pode ler-se no mesmo
documento.
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Investir em Lisboa é mais atractivo.
GLOBAL NOTÍCIAS - 06.03.2009
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"A médio e longo
prazo a capital portuguesa apresenta-se como um bom
local para o desenvolvimento imobiliário.
Lisboa tornou-se um destino de
investimento imobiliário mais atractivo durante o último
ano, de acordo com o relatório E-merging Trends in Real
Estae Europe 2009, elaborado anualmente pelo Urban Land
Institute (ULI) e pela PricewaterhouseCoopers. A capital
portuguesa passou da 23ª posição na lista que avalia 27
mercados europeus em termos de perspectivas de
investimento e desenvolvimento imobiliário, lugar que
ocupava em 2008, para o 19º lugar. O estudo, feito com
base em inquéritos de opinião a mais de 500
especialistas da área, revela que alguns consideram que
“no período de 2010-2012, este mercado (Lisboa) será
novamente uma área de investimento muito atractiva”,
motivo pelo qual os investidores devem manter todo o
tipo de propriedades no próximo ano (…)."
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"Como comprar casa
voltou a ser bom negócio"
DIÁRIO ECONÓMICO - 16.01.2009
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"Com a baixa no preço e
da Euribor, há boas oportunidades para comprar casa.
Com o preço das casas a descer e as taxas de juro em
queda, será 2009 uma boa altura para comprar casa? Os
especialistas não têm dúvidas e são unânimes: "nunca
esteve tão bom do ponto de vista do comprador", adiantou
Jorge Garcia, responsável de comunicação da ERA
Portugal. "Há oportunidade para se fazerem bons negócios
e quem tem capital e quer comprar deve fazê-lo",
acrescentou Manuel Alvarez, presidente da Remax
Portugal.
A Euribor está em mínimos
de 2005. Face à média actual da Euribor, a prestação dos
contratos revistos em Fevereiro cai 24%.
Cerca de 219 euros. É quanto irá descer a prestação
mensal da casa, para os contratos revistos em Fevereiro,
face à ultima revisão. Em termos anuais traduz-se numa
poupança superior a 2.600 euros. Isto se a média mensal
da Euribor se mantiver inalterada. Caso as quedas
continuem, a descida ainda poderá ser mais significativa."
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Nova Imagem
30.12.2008
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A TOTE SER arquitectos está a mudar, a sua imagem foi
reformulada, e o seu logótipo foi alterado. A alteração
foi pensada de forma a dar um maior destaque ao nome da
empresa, com o intuito de aumentar as taxas de
memorização do mesmo.
Assim os elementos, esfera e cubo, mantêm-se, mas são
incorporados de outra forma; a esfera retratando a
globalidade passa a conter mais cubos que retratam a
variedade de serviços prestados pela empresa.
As cores usadas mantêm-se, preto, cinza e branco,
dependendo onde o logo é aplicado.
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